Sobre Clayton Lovett

Clayton Lovett serviu ao futebol americano no Brasil em uma variedade de funções, incluindo como membro da comissão técnica dos dois títulos brasileiros da CBFA (pelo Cuiabá Arsenal em 2010 e 2012), Coordenador Defensivo da Seleção Brasileira e Practice Assistant na Portuguesa Lions.
Ele promoveu clínicas e consultoria por toda a América do Sul. Futebol americano é o seu hobby. Profissionalmente, ele é o fundador da CS Educacional, que provê oportunidades educacionais e competitivas no exterior para atletas-estudantes.
Clayton, sua esposa Mariana e seus cachorros Buddy e Lilly, vivem em São Paulo.

Coach Lovett pode ser contatado em:

Email: claytonlovett@hotmail.com

  • Mariana Gomes

    É exatamente como eu penso!
    Claro que minha experiência é em uma escala infinitamente menor, mas acredito que a essência é válida em todas.
    Quando voltei pro país e me colocaram pra assumir um pequeno time de garotas jogando flag foi exatamente o que eu fiz. Sentei e conversei, querendo saber o que cada uma delas queria com o time. Ao final, deixei claro que eu estava perguntando porque eu precisava saber se elas tinham a mesma visão que eu tinha, e queria aplicar no time – antes de mais nada precisava saber se o time iria ter uma aceitação, não adiantaria forçar elas a fazer algo que não quisessem. Tivemos excelentes atletas que saíram do time porque não queriam fazer parte da equipe que passou a ter uma postura definida. E eu nunca vi isso como uma coisa ruim. Pois além disso tudo, eu gosto de olhar pro que eu tenho, e fazer daquilo o melhor que eu posso… e não ficar lamentando o que está fora.

    Enfim, parabéns pelo site! Estou acompanhando desde já.

    • Obrigado Mariana, continue nos acompanhando que vem coisa boa por aí! Abraço!

  • César Melo

    O texto mostra exatamente nossa realidade. Hoje sou Head Coach e tenho atletas A e B. E muitas vezes me fruto, por que espero que todos os atletas sejam pelo menos como eu fui enquanto jogador. Por ter sido sempre como o personagem B, cobro muito e tento sempre deixar claro que nosso caminho e sucesso, depende de nossas escolhas. E pra atingir nosso objetivo, sacrifícios devem e precisam ser feitos. Como jogador me cobrava muito e mais ainda dos colegas de time. Hoje como Coach, não posso fazer o mesmo, apesar de muita vontade as vezes. Mesmo com pouca, preciso ter parcimônia nas decisões e cobranças. Mas sempre tratando com pulso firme e respeito mútuo.
    Ótima iniciativa e ótimo texto. Espero pelos próximos.
    Abraço a todos.
    César Melo – Head Coach
    Arcoverde Templários – PE

  • magnum nascimento

    Impressionante, como conseguiu colocar em palavras o que permeia a cabeça de muitos Brasil a fora. Parabéns pelo artigo e boa sorte com o site.

  • Rex Erickson

    O futebol americano é um comportamento aprendido e um de introdução inicial lsys quer uma fundação bom ou mau para um jogador ou treinador. 44 anos de futebol e ainda aprendendo e crescendo no esporte que eu amo e tenho o prazer para além de ser aqui no Brasil! bênçãos

  • Ricardo Gomes

    Falou e disse ! Também to nessa pegada ! Sucesso para o site !

  • Pivatto

    Coach, concordo em tudo que foi colocado em pauta aqui, e hoje o time ao qual faço parte está se tornando um time competitivo, houveram muitos cortes para o time mudar em tão pouco tempo, e o resultado tem agradado. muito
    do que aprendi hohe eu devo a você e agradeço por sempre compartilhar suas idéias e lições com todos nós do Brasil!
    Abraços, Pivatto

  • Jeferson Lima PUFFY

    Parabéns! excelente artigo.

  • Rodolfo

    Ótimas palavras, Coach. Estarei acompanhando de perto o trabalho.

    Obrigado, e bons treinos.

  • Samuel Nascimento

    Parabéns pela atitude, coach!

    • Ygor Martins

      Boa Samuel!

  • Excelente texto, bastante explicativo e que está na mesma página” do que a maioria dos jogadores, treinadores e fãs do F.A. nacional vivem, viveram ou viverão. Contudo, tenho uma dúvida, muitos jogadores recreativos não admitem (nem mesmo para eles) que ele se classificam como tal, seja por “medo” de serem taxados como inferiores aos competitivos, seja por não terem real ciência do que desejam do esporte (além de outras milhares de variações entre um e outro ponto), o que fazer com tais pessoas? Como explicar, lidar e, em ultimo caso, expurgar tais pessoas de um time competitivo?
    Novamente excelente texto e excelente iniciativa, está na hora de começarmos a discutir o jogo fora dos gramados também.

  • José Oliveira

    O texto retrata com muita clareza o que tem em várias equipes de Futebol Americano, já tive a experiência de comandar uma equipe, e vivi esse tipo de comportamento, no qual atrapalha o desenvolvimento da equipe como um todo. Acompanho o seu trabalho já faz um tempo, e aprendi muito com as lições apresentadas por você, graças ao facebook, meio pelo qual me permitiu acesso ao seu perfil pessoal, e de muitos grupos relacionados ao esporte que tanto amo.
    Parabéns pelo empenho. Espero um dia ainda participar de um treino comandado por você, ou de algum evento relacionado ao Futebol Americano.

    • Ygor Martins

      Isso aí! Valeu pelo comentário José

  • HIGOR LUIZ DO PRADO

    Não sou Head Coach, apenas apreciador, mas amo futebol americano e gosto de ser líder. É interessante que quando lideramos um time, achamos que será como no vídeo game (Tenho 1 DT, 2 DE, 4 LB, 4 DB) e esquecemos que cada um desses jogadores são humanos, possuem pensamentos e metas individuais diferentes. Este texto tratou algo realmente importante que esquecemos, mas gostaria de enfatizar a importância de fazer o jogador se sentir parte do time, se sentir inserido no contexto. Pessoas gostam de coisas diferentes, tratamentos diferentes, e quando um líder consegue conciliar e equilibrar o ânimo destes jogadores, eles se tornam um só ser, “A DEFESA”. Tendo este resultado em mãos, é possível chegar mais próximos de “jogadores de vídeo games”, não porque se tornaram robôs, mas porque cumprem ordens por amor ao time e ao treinador. Citei a defesa, porque meu sonho é ser LB, mas uma porção de fatores ainda me impedem. Parabéns pelo trabalho e sim, já favoritei a página! #DoYourJob

    • Isso aí Higor. Precisamos tratar os jogadores como indivíduos únicos.